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J. M. Barrie e Peter Pan

terça-feira, 15 de maio de 2012

Olá, pessoal!


Faz um tempinho que não posto aqui no blog pois ando bastante atarefada nas escolas em que trabalho. Desde o final de abril iniciei em mais duas escolas e até me adaptar nas novas turmas é um cansaço. No entanto, não podia deixar de escrever algumas linhas sobre alguns escritores que fizeram aniversário nessa semana que passou. Um deles é James Barrie, o autor de um personagem bastante conhecido na literatura: Peter Pan.


Você já conhecia este escritor?


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[caption id="" align="aligncenter" width="265"] J. M. Barrie[/caption]

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James Matthew Barrie nasceu em Kirriemuir, na Escócia, no dia 9 de maio de 1860. Foi um escritor e dramaturgo britânico. Desde criança Jamie – como era chamado – ouvia histórias de piratas contadas por sua mãe, que lia para seus filhos as aventuras de R. L. Stevenson.


Barrie frequentou a Glasgow Academy e a University of Edinburgh até se mudar para Londres no ano de 1885, para investir na carreira de escritor. Vendia seus trabalhos para revistas de moda como The Pall Mall Gazett, sendo a maioria deles humorísticos.


Escreveu diversas peças teatrais e livros durante quase toda a vida, em sua maioria voltada para o público adulto, inclusive a peça The Boy Who Wouldn't Grow Up (O Menino Que Nunca Quis Crescer, em português), de 1904, que deu origem ao famoso personagem Peter Pan, sua mais célebre e famosa criação, um menino criado pelas fadas que conseguia voar e vivia em uma terra mágica chamada Neverland (ou Terra do Nunca, como é conhecido nos países lusófonos), aonde não envelhecia jamais. Porém, só em 1911 o romance Peter and Wendy ou simplesmente Peter Pan, foi publicado em livro, narrando a clássica história dos irmãos Darling: Wendy, João e Miguel (Wendy, John e Michael, em inglês) que acompanham Peter Pan em uma jornada pela Terra do Nunca, aonde enfrentam piratas, liderados pelo Capitão Gancho. Antes disso Barrie escreveu os romances Little White Bird (1902) e Peter Pan in Kensington Gardens (1906), ambos inspirados no personagem, narrando suas aventuras no Jardins de Kensington, em Londres.


Acredita-se que Barrie tenha se inspirado em sua amizade com os filhos de Sylvia Llewelyn Davies, uma dona de casa viúva a quem o escritor conheceu por acaso, para criar o mundo mágico de Peter Pan. De fato, Barrie se tornou tutor dos garotos depois da morte de Sylvia até o ano de 1937.


Barrie tornou- se barão e, em 1922, recebeu a Ordem de Mérito. Era visitado em Adelphi Terrace, por ministros, duques e estrelas do cinema, como Charlie Chaplin e admiradores, que ele ocasionalmente ajudava com dinheiro ou conselhos. Doou, ainda em vida, os direitos autorais da história de Peter Pan ao hospital pediátrico Great Ormond Street.


O criador do menino eternamente jovem e da Terra do Nunca morreu em 19 de Junho de 1937 de pneumonia. Encontra-se sepultado no Cemitério Kirriemuir, Kirriemuir, Angus na Escócia.


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Peter Pan


Cada vez que uma criança diz "Eu não acredito em fadas" em algum lugar uma pequenina fada cai morta no chão.

(trecho de Peter Pan)



[caption id="" align="aligncenter" width="360"] Peter Pan (1953), da Disney[/caption]

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O personagem Peter Pan aparece em mais de um romance do escritor. Em The Little White Bird, o personagem aparece através da narração de um rico solteiro que faz amizade com um garotinho, David. Ele e o garoto vão passear em Kensington Gardens e o narrador conta a David a história de Peter Pan, que podia ser encontrado nos jardins à noite.


O romance Peter e Wendy narra a história de como a família Darling conheceu o menino que nunca fica adulto e as aventuras na Terra do Nunca. Além de uma narrativa repleta de fantasia, o leitor conta com o epílogo do romance, quando Peter visita Wendy já adulta.


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[caption id="" align="aligncenter" width="258"] Estátua de Peter Pan, em Londres[/caption]

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O personagem tornou-se tão famoso que existem diversas releituras da obra de Barrie. Em Londres, há uma estátua em homenagem a Peter Pan. O romance já foi traduzido para diversos idiomas e, além disso, feitas diversas adaptações para o público infantil. No cinema, também existem várias versões que até hoje encantam o público de todas as idades.


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As adaptações para o cinema


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Como eu disse, existem vááááárias versões para o cinema da obra de James Barrie. Uma das mais conhecidas é a dos estúdios Disney, Peter Pan. É um desenho animado de 1953. Caso você queira conferir, o desenho está disponível no site do youtube, dublado em português.


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Outra versão cinematográfica que eu simplesmente ADORO é a de 1993: Hook, a volta do Capitão Gancho.


Como o próprio título já diz, o Capitão Gancho retorna, depois de muitos anos, para sequestrar os filhos de Peter Banning, que um dia já foi Peter Pan. O problema é que Peter já tem 40 anos de idade e esqueceu a sua origem. Para conseguir resgatar seus filhos, Peter deverá voltar à Terra do Nunca e enfrentar diversas aventuras. No elenco estão atores consagradíssimos como Robin Williams como Peter Pan/Peter Banning, Dustin Hoffman como o Capitão Gancho e Julia Roberts como Sininho.


Eu gostei muito dessa releitura e acho que vale a pena assistir. Mas vou confessar aqui que sou suspeita pois adoro o Robin Williams, o Dustin Hoffman e a Julia Roberts!


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Em 2002, a Disney lança novamente uma história sobre Peter Pan. O título do novo desenho é Peter Pan: De volta à Terra do Nunca.


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Ambientada durante a Segunda Guerra Mundial, quando Londres era bombardeada pelos alemães, a história mostra Wendy, ex-parceira de Peter Pan, já adulta e mãe de Jane e Danny. Este último adora as histórias que ela lhe conta sobre o amigo. Mas Jane é uma garota séria que diz não ter tempo para brincadeiras.


Enquanto isso, na Terra do Nunca, o Capitão Gancho, que se recuperou depois de ter sido comido por um crocodilo décadas antes, nunca consegue derrotar seu eterno inimigo. Então ele voa até Londres e sequestra Jane, acreditando que ela é Wendy, para usá-la como isca para atrair o menino de roupa verde.


Depois de abrir caminho em meio a um ataque de bombardeios alemães, na saída de Londres, o Capitão Gancho perde Jane para Peter pouco depois de voltar à Terra do Nunca.


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Em 2003, foi lançada outra adaptação da obra de Barrie. Dessa vez, Peter Pan é estrelado pelo ator Jeremy Sumpter. A diferença desse filme para o anterior, é que o protagonista é um menino, em vez de um adulto.


No youtube está disponível o trailer do filme (em inglês).






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E, por último, um filme lançado em 2004: Em busca da Terra do Nunca. Ao contrário dos filmes comentados aqui, esse conta uma possível história de como escritor James Barrie criou o personagem Peter Pan e a Terra do Nunca.


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J.M. Barrie (Johnny Depp) é um bem-sucedido autor de peças teatrais, que apesar da fama que possui está enfrentando problemas com seu trabalho mais recente, que não foi bem recebido pelo público. Em busca de inspiração para uma nova peça, Barrie a encontra ao fazer sua caminhada diária pelos jardins Kensington, em Londres. É lá que ele conhece a família Davies, formada por Sylvia (Kate Winslet), que enviuvou recentemente, e seus quatro filhos. Barrie logo se torna amigo da família, ensinando às crianças alguns truques e criando histórias fantásticas para eles, envolvendo castelos, reis, piratas, vaqueiros e naufrágios. Inspirado por esta convivência, Barrie cria seu trabalho de maior sucesso: Peter Pan.


O filme é lindíssimo, a atuação de Johnny Depp, Kate Winslet e o maravilhoso (sim, adoro ele) Dustin Hoffman é impagável. É também com aquele menino que faz A Fantástica Fábrica de Chocolate, o Freddie Highmore, que eu acho a coisa mais querida. Além disso, o filme foi indicado para 7  Oscars, incluindo o de Melhor Filme.


Vale a pena assistir (mais de uma vez até!)


Vejam o trailer do filme e me digam se não dá vontade de assistir ao filme agorinha mesmo:


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Como podemos ver, a obra de James Barrie ainda encanta pessoas de todas as idades. Espero que a história desse menino que não queria crescer desperte em vocês um lado criança e que vocês possam conhecer esse mundo de aventuras que é a Terra do Nunca.


Beijinhos.


Ana Karina



Robinson Crusoe, de Daniel Defoe

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Hoje estamos comemorando os 293 anos da publicação da obra Robinson Crusoé, de Daniel Defoe. Você já leu este livro?


Robinson Crusoe é um romance escrito por Daniel Defoe e publicado originalmente em 1719 no Reino Unido. A obra, narrada em primeira pessoa, conta a história de um jovem náufrago que vai esbarrar em uma ilha deserta, sendo o único sobrevivente de um desastre que destruiu o navio onde viajava e matou toda a tripulação. Crusoé passou 28 anos em uma remota ilha tropical próxima a Trinidad, encontrando canibais, cativos e revoltosos antes de ser resgatado.


Embora seja categorizado como livro de aventura, é também uma obra que suscita grande reflexão sobre temas como a solidão, a fé, lucidez e perseverança.





[caption id="" align="aligncenter" width="219" caption="Daniel Defoe"][/caption]

O título original da obra é gigantesco: The Life and Strange Surprizing Adventures of Robinson Crusoe, of York, Mariner: Who lived Eight and Twenty Years, all alone in an uninhabited Island on the Coast of America, near the Mouth of the Great River of Oroonoque; Having been cast on Shore by Shipwreck, wherein all the Men perished but himself. With An Account how he was at last as strangely deliver’d by Pyrates, tendo sido lançada em Lisboa à época em edição traduzida para o português e cujo título era Aventuras de Robinson Crusoé.


No mesmo ano, foi lançada a segunda e menos conhecida parte do romance, intitulada The Farther Adventures of Robinson Crusoe, Being the Second and Last Part OF His Life, And of the Strange Surprising Accounts of his Travels Round three Parts of the Globe e cujo título então em português foi Vida e Aventuras admiráveis de Robinson Crusoé, que contém a sua tornada à sua ilha, as suas novas viagens, e as suas reflexões.


Supõe-se que o enredo básico tenha sido influenciado pela história de Alexander Selkirk, um náufrago escocês que viveu durante quatro anos em uma ilha do Pacífico chamada "Más a Tierra" (renomeada em 1966 para Ilha Robinson Crusoe). Os aspectos da ilha onde Crusoe viveu provavelmente foram baseados na ilha caribenha de Tobago.


No final do século XIX, nenhum livro na história da literatura ocidental tinha mais reimpressões e traduções do que Robinson Crusoe, com mais de 700 versões alternativas, incluindo edições infantis sem texto, apenas com imagens.






A história de Robinson Crusoe possui também várias versões cinematográficas. Uma delas, de 1954, foi dirigida por Luís Buñuel.




[caption id="" align="aligncenter" width="353" caption="versão de cinema (1954)"][/caption]


Outra, de 1997, foi dirigida por George Miller e conta com Pierce Brosnan (aquele ator que fez os últimos 007) no elenco.




[caption id="" align="aligncenter" width="501" caption="versão cinematográfica de 1997"][/caption]



Confesso que eu ainda não tive a oportunidade de assistir a esses filmes, mas pelos comentários positivos que li, fiquei bastante curiosa!!!


Como vocês já devem ter percebido, gosto de fazer um paralelo entre cinema e literatura. Priorizo sempre a literatura pois acho que a leitura sempre é mais rica e, claro, as imagens são construídas pela nossa mente... A gente consegue dar asas à imaginação durante a leitura, não acham? Pois é. Mas o cinema é uma arte interessante também e ao contrário do que muita gente fala, eu acho que adaptar uma obra para o cinema ou fazer uma releitura de uma obra é INTERESSANTE SIM! Óbvio que muitos detalhes do livro são perdidos. Em compensação, ganhamos vendo a interpretação de bons atores, escutando a trilha sonora e curtindo os efeitos especiais! Qualquer hora eu comento mais sobre isso em outro post...


Voltando à obra de Defoe, penso que, o filme O Náufrago, com Tom Hanks, possui uma história bastante semelhante (em alguns aspectos) à de Robinson Crusoe. É sobre um funcionário de uma empresa de correios (na verdade, FedEx) que sofre um acidente de avião ao levar uma remessa e cai no mar. Consegue se salvar e vive durante alguns anos numa ilha. Além de todas as dificuldades de sobrevivência, o náufrago deve se adaptar a uma vida de solidão na ilha. Após, um novo desafio: como voltar à vida na civilização?


Eu sou suspeita para falar de qualquer filme em que o Tom Hanks esteja no elenco pois acho ele um ator SENSACIONAL!! Mas acho interessante fazer um paralelo de leituras, ou seja, ler o Robinson Crusoe, assistir às adaptações da obra para o cinema e, depois, assistir ao filme O Náufrago , que é praticamente um Robinson Crusoe do século XXI. :)


Deixo para vocês, então, o trailer de O Náufrago:








Beijinhos


Ana Karina


Charlote Brontë e seu romance "Jane Eyre"

sábado, 31 de março de 2012

[caption id="" align="aligncenter" width="339" caption="Charlote Brontë"][/caption]

Charlotte Brontë foi uma escritora e poeta inglesa.Nasceu em Thornton, Yorkshire, em 1816, filha de um pastor anglicano de origem irlandesa. Em 1820, a família mudou-se para Haworth e foi educada no colégio de Cowan Bridge, rigorosa instituição vitoriana cujos métodos desumanos de disciplina denunciou em Jane Eyre (1847), o mais célebre de seus quatro romances. Após transferir-se para uma escola de Roe Head, perto de Huddersfield (1831), construiu uma grande amizade com Ellen Nussey, com a qual se correspondeu até a morte. Morou, de 1842 a 1843, em um pensionato em Bruxelas, onde estudou francês e alemão. Voltou a Haworth e, com as irmãs Emily e Anne, publicou o volume Poems by Currer, Ellis and Acton Bell (1846). O lançamento de Jane Eyre (1847), com um enredo melodramático garantiu-lhe sucesso imediato. Depois publicou Shirley (1849), notável por sua descrição da vida em Yorkshire. S eu último romance em vida foi Villette (1853), que, narrado na primeira pessoa, rememorava as suas experiências em Bruxelas.


Em junho de 1854, Charlotte casou-se com Arthur Bell Nicholls. Ficou grávida pouco depois do casamento e a sua saúde começou a piorar. Charlotte morreu, juntamente com o filho que esperava, no dia 31 de Março de 1855, com trinta-e-oito anos de idade. A sua certidão de óbito diz que a causa de morte foi tuberculose, mas muitos biógrafos defendem que a escritora pode ter morrido de desidratação e subnutrição provocados pelos vômitos excessivos de que sofria. Também existem provas de que Charlotte pode ter morrido de febre tifóide que teria contraído da criada mais antiga da família, que morreu pouco tempo antes dela.


Postumamente foi publicado outro seu grande sucesso, o romance The Professor (1857), que teria sido recusado pelo editor (1847) em virtude, segundo a autora, do tratamento discriminatório que as mulheres recebiam por parte da crítica.




Jane Eyre


Jane Eyre, publicado em 1847, é um clássico da literatura mundial. Muitos estudiosos da obra consideram o romance à frente de seu tempo, influente e feminista, pois a protagonista é uma personagem extremamente forte e independente para a sua época.


A história começa com Jane Eyre, aos 10 anos de idade, morando com a família de seu tio, os Reed. Sua tia, Sarah Reed, não gosta dela e a trata como criada, e, junto com seus filhos, a maltratam, não só emocionalmente, mas fisicamente também. Para o bem de todos, Jane é mandada para um internato de garotas com a acusação de ser traiçoeira. Lá, também sofre opressão e maus tratos.


Devido às más condições desse local, muitas garotas morriam de tífo – o que acontece com uma amiga, que morre em seus braços. Apesar de tudo, Jane recebe uma boa educação.


Ao se formar, decide partir e arruma um emprego em um castelo isolado, o Thornfield Hall onde coisas estranhas como barulhos, risadas misteriosas e até mesmo incêndios acontecem. Lá ela começa como governanta de Adèle Varens, uma jovem francesa, pupila do proprietário de Thornfield Hall, o sr. Rochester. Jane começa a passar muito tempo com Rochester; eles desenvolvem uma grande amizade e afeto um pelo outro. Ela começa a perceber que está se apaixonando pelo sr. Rochester. Mais tarde, descobrimos que o Mr. Rochester esconde um segredo que impede os dois de ficarem juntos…


A história de Jane Eyre é lindíssima. Essa obra foi considerada revolucionária para o contexto literário e social da época – é um marco na literatura inglesa e inspira o movimento feminista na literatura – e já foi adaptada inúmeras vezes para as telas.


Pesquisei sobre releituras da obra e vi que a BBC exibiu algumas vezes Jane Eyre em forma de minisséries. A última versão foi exibida em 2006 e alguns capítulos estão disponíveis no youtube, mas somente em inglês ou espanhol. Quem achar interessante adquirir, eu encontrei no site da Livraria Cultura por R$ 49,90.




[caption id="" align="aligncenter" width="300" caption="minissérie exibida em 2006 pela BBC"][/caption]

Existe também uma versão cinematográfica lançada no início de 2011, com a Mia Wasikowska (Alice No País das Maravilhas, do Tim Burton) e com o Michael Fassbender (X-men: Primeira Classe) como Jane e Mr. Rochester.




[caption id="" align="aligncenter" width="291" caption="adaptação para o cinema (2011)"][/caption]

[caption id="" align="aligncenter" width="435" caption="Jane Eyre interpretada por Mia Wasikowska"][/caption]

[caption id="" align="aligncenter" width="454" caption="Mia Wasikowska e Michael Fassbender como Jane e Mr. Rochester."][/caption]

Espero que gostem da leitura ou da sessão pipoca! :)